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A Bridget Jones Portuguesa

O diário de uma marketer a tentar levar uma vida mais saudável

Sobre ser hipocondríaca

Ser hipocondríaca é correr até ao colo da nossa mãe, com uma lista interminável de enfermidades. É àquele sintoma, juntar mais uns três ou quatro, até ter o quadro clínico perfeito do que a Google considera ser cancro. É estar menstruada e mesmo assim pensar "hum, de certeza que não há ovinho debaixo da pedra? Afinal de contas, naquele dia não tomaste bem a pílula.". É não ir treinar porque não vá a pessoa apanhar um resfriado e aquela dorzinha mínima na garganta escalar para uma grandessíssima pneumonia. Mais vale é nem arriscar, não é? Ser hipocrondríaca é sentir dois altinhos no pescoço e começar a chorar enquanto recrimino os meus país pela negligência médica ao acharem que estou sempre bem, enquanto corro para o carro e me dirijo às urgências do hospital da minha cidade e pagar 40€ para o médico me dizer que eram apenas as glândulas a combater a constipação e, passo a citar, era normal.

Ya. Ser hipocondríaca, na minha vida, é isto. 

Hipocondríaca ou como a minha mãe lhe chama: maluquice.